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terça-feira, 24 de setembro de 2013

StepMap

StepMap permite-nos criar mapas individuais sobre o tópico que escolhermos. Para isso basta registarmo-nos no site e começar a "desenhar" os nossos mapas. 
O processo de criação de mapas é relativamente simples, sendo apenas necessário seguir 4 passos:
- primeiro: selecionar o mapa que queremos (visão mais geral: mundo, continentes, países; ou mais específico: cidade, determinadas zonas da cidade, ruas).
- segundo: adicionar marcadores de localização no mapa. Há uma série muita variadas de icones que se pode selecionar e utilizar e podemos inclusive optar por colorir as diferentes zonas do mapa
- terceiro: adicionar informação extra (imagens, videos, texto, e ficheiros audio) em qualquer ponto do nosso mapa (este passo é opcional).
- quarto: guardar o mapa na nossa conta. Para isso será necessário adicionar uma pequena descrição, um título e etiquetas, que ajudem os outros a identificar o conteúdo do mapa.
Após estes quatro passos o nosso mapa está pronto a ser partilhado. O StepMap permite embeber os mapas directamente no nosso site/blog, partilhar apenas o link ou, se assim o quisermos, fazer o download do mesmo.
A qualquer altura podemos aceder aos mapas que criamos e voltar a editá-los.

Como usar StepMaps nas aulas?
Este tipo de ferramenta poderá ser útil para várias disciplinas, já que nos permite testar várias competências. Em geografia podemos pedir aos alunos para identificarem países e cidades, criando mapas como  este. Em matemática podemos apresentar mapas que apresentem estatísticas como este. Em história podemos apresentar o avanço de tropas nos países envolvidos em conflitos, adicionando imagens, videos e texto que tornem mais claro o tópico abordado. Em Educação visual podemos optar por criar um mapa que nos mostre o percurso de um determinado artista e as suas diferentes obras ao cruzar de um país para outro ou mesmo as mudanças que uma técnica em particular sofre quando é utilizada em diferentes partes do globo. Em português poderemos documentar o percurso de personagens numa história ou simplesmente usar o mapa criado para narrar a nossa própria história. Nas línguas estrangeiras podemos criar um mapa de um local que os alunos conheçam e praticar o dar e pedir direções; podemos criar uma apresentação sobre aspectos culturais de um determinado país, uma vez mais utilizando a possibilidade que o StepMap nos dá para adicionar informação extra; podemos praticar vocabulário relativo aos países e ás nacionalidades, usando um mapa semelhante ao apresentado acima para geografia e um projetor/quadro interativo; podemos criar brochuras, apresentar planos de viagem ou criar roteiros turisticos. 
Como podem ver as possibilidades são muitas. :)

Abaixo coloquei um tutorial disponibilizado pelo próprio StepMap. Acedam, experimentem e decidam da sua utilidade para as vossa aulas.    


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Universal Subtitles

Universal Subtitles é uma ferramenta que nos permite adicionar legendas a vídeos online. É, sem dúvida, uma das mais simples e intuitivas que já experimentei até hoje. Para efectuar a legendagem basta aceder, inserir o link para o vídeo e depois é só ouvir e digitar as legendas. No modo mais simples, o Universal Subtitles faz uma pausa a cada 8 segundos para nos dar tempo para introduzir o texto. Se mesmo assim precisarmos de mais tempo podemos facilmente voltar atrás e ouvir de novo. O processo de legendagem divide-se em três fases: a primeira prende-se com o ouvir e inserir as legendas (convém ir clicando em "enter" com alguma frequência, para já ir segmentando o texto); o segundo tem a ver com a sincronização do texto com o áudio e o terceiro permite-nos editar e corrigir o texto introduzido. Depois de terminarmos facilmente partilhamos o vídeo,através das redes sociais ou o embebemos directamente no nosso site/blog.

Como usar Universal Subtitles nas nossas aulas?
Para além de podermos ajudar os alunos com dificuldades auditivas a compreender melhor os vídeos que seleccionamos para as nossas aulas, poderemos também criar actividades para prática de vocabulário - fornecer-lhes legendas erradas para eles corrigirem; deixar espaços em branco para preencherem - ou inserir questões e notas apontando para aspectos que queremos realçar. Sem esquecer que poderemos pedir aos nossos alunos para adicionarem eles próprios as legendas, que depois poderiam ser corregidas pelos colegas. Um trabalho interessante seria pedir-lhes que primeiro criassem o vídeo, sobre algum tópico abordado na sala ou simplesmente uma história inventada por eles e depois adicionassem as legendas que poderiam inclusive ser traduzidas para outras línguas que estivessem a aprender.

Abaixo coloquei um vídeo criado por Raul Reátiga sobre a família no qual introduzi legendas. Experimentem e decidam da sua utilidade para as vossa aulas.


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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Summaries & Paraphrases

Summarity e Paraphrase são duas ferramentas que nos ajudam a fazer resumos e a evitar paráfrases. Nenhuma delas requer registo, basta aceder e utilizar. Summarity permite-nos aceder a resumos de páginas web - será necessário arrastar o bookmarklet "Use summarity as you browse" para a nossa barra de ferramentas - ou introduzir textos nossos para serem resumidos. O próprio resumo pode depois ser editado por nós e voltar a ser resumido se assim o quisermos. Paraphrase, por seu lado, permite-nos inserir texto para ser reescrito, proporcionando-nos depois uma análise que nos diz se estamos a parafrasear o texto ou se efectivamente conseguimos dar-lhe o nosso cunho pessoal, afastando-nos da mera paráfrase.

Como usar Summarity e Paraphrase nas aulas?
Todos nós já recebemos trabalhos que são um mero "copy & paste" de textos online. Estas duas ferramentas podem ajudar os nossos alunos a fazerem resumos e a reescrever textos. Podemos, por exemplo, dar-lhes um texto para que façam o resumo e comparar depois com a versão do Summarity, aproveitando para abordar, através da análise dos dois textos, as características de um bom resumo. Se utilizarem o Summarity poderão também facilmente ter uma ideia do conteúdo de uma página web e decidir se vale a pena lê-la na íntegra ou não, conseguindo, dessa forma, rentabilizar mais o seu tempo de pesquisa. Podem usar depois o Paraphrase para treinarem a sua escrita de forma a manterem o essencial do conteúdo mas por palavras suas.

Abaixo coloquei dois screenshots. Acedam, experimentem e decidam da sua utilidade para os vossos alunos.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

NewsCreed

Há uns dias atrás David Deubeldeiss abordou no seu blog "Making an online class newspapers". Uma das ferramentas que ele apontou foi NewsCreed, seguindo a sua recomendação, decidi experimentar e ainda bem que o fiz. :)
NewsCreed permite-nos criar o nosso próprio jornal, em apenas alguns cliques. Na verdade, podemos criar vários jornais se assim o quisermos. Basta aceder, efectuar registo e clicar em "create newspaper", o passo seguinte é dar um nome ao jornal e personalizar o seu aspecto. Podemos adicionar notícias de três formas distintas: através de palavras chave (tags) a partir das quais o NewsCreed, utilizando várias fontes (que podem também ser modificadas) irá recolher os artigos online; através da inserção de "feeds" de RSS, funcionando assim como um agregador de feeds; e, por último, através da criação/escrita dos nossos  próprios artigos de notícias. O NewsCreed coloca todos os tópicos/secções criadas na primeira página do jornal, mas permite-nos a navegação fácil entre os vários tópicos. Após a criação do jornal, facilmente o partilhamos através das redes sociais e os outros podem inclusive subscrever o jornal e recebê-lo diariamente através de e-mail.

Como usar NewsCreed nas aulas?
O NewsCreed proporciona-nos uma forma simples e rápida de organizarmos um jornal que podemos utilizar nas nossas aulas. Poderemos, por exemplo:
- criar um jornal sobre tópicos específicos a serem abordados em aula e apresentá-lo como leitura extra ou explorar as notícias em aula, criando actividades em torno das mesmas;
- pedir aos alunos para criarem o seu próprio jornal sobre tópicos que gostam ou assuntos que queiram aprofundar, aproveitando os editoriais para partilharem as suas opiniões e reflectirem sobre as notícias publicadas;
- criar um jornal só com feeds de RSS dos blogs do alunos que poderia depois ser partilhado com os encarregados de educação;
- criar um jornal sobre tópicos relativos ao ensino/aprendizagem do Inglês e partilhá-lo com os colegas de departamento, utilizando os editoriais para trocar e partilhar pontos de vistas sobre os mesmos.

Abaixo coloquei um screenshot do jornal que criei. Cliquem em ZarcoEnglish para aceder e explorar. Experimentem criar o vosso jornal também.


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terça-feira, 17 de agosto de 2010

ClassZone

ClassZone é um site criado pela Holt MacDougal para nos proporcionar acesso a recursos e actividades online que complementam os tópicos abordados pelos seus livros. O processo é simples, basta aceder, seleccionar a disciplina que nos interessa, a região dos Estados Unidos que nos interessa (para nós este passo é indiferente) e finalmente clicar em "Go". Depois é só escolher o livro e rapidamente acedemos a uma série de recursos que podemos usar, sem sequer ser necessário qualquer registo. Só a título de exemplo vejam o que têm disponível para o livro Literature, 12. Os recursos variam de acordo com o livro seleccionado, assim que vale a pena explorar vários. 

Como usar ClassZone nas aulas?
Mesmos para quem não está a utilizar os livros da Holt MacDougal, o ClassZone será de uma mais valia, pois temos acesso rápido a uma variedade de actividades e recursos que complementarão as nossas aulas. O facto de os recursos já estarem de acordo com o ano de escolaridade facilita e poupa-nos tempo de pesquisa. Os recursos estão bem organizados, por isso bastará uma consulta rápida para decidir da utilidade dos mesmos para as nossas aulas.

Abaixo coloquei screenshots de dois dos recurso disponíveis: o Grammar Arcade e o Writing Templates.



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quinta-feira, 29 de julho de 2010

BlogBooker

D.Kapuller abordou o BlogBooker hoje no seu blog e, seguindo o seu conselho, decidi explorá-lo. BlogBooker permite-nos criar um livro com os posts do nosso blog. Podemos optar por ver esse livro ser efectivamente publicado utilizando um dos serviços propostos pelo BlogBooker ou então podemos simplesmente criar um documento em formato PDF e imprimi-lo nós mesmos. 
De momento apenas podemos usar o BlogBooker em três plataformas: o Wordpress, o LiveJournal e o Blogger. Não é necessário qualquer registo, basta aceder inserir a URL do nosso blog e seleccionar os itens que queremos incluir no PDF. Podem facilmente verificar o que é possível seleccionar no screenshot que coloquei abaixo.
Como usar BlogBooker nas aulas?
Através do BlogBooker poderemos:
- publicar os blogs dos nossos alunos, criar livros que eles possam levar para casa e oferecer à família e amigos;
- criar pdfs dos blogs que mais gostamos, imprimir e guardar como se fossem livros, podendo assim partilhá-los com outras pessoas com acesso limitado à internet;
- criar vários pdfs com os blogs dos nossos alunos, dar-lhes a oportunidade de seleccionar os seus melhores posts e criar uma espécie de "year book" com os trabalhos da turma.

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terça-feira, 27 de julho de 2010

I Write Like

I Write Like permite-nos estabelecer comparações entre a nossa escrita e a de autores consagrados. O processo é simples, basta aceder e inserir ou colar o nosso texto (tem de ter pelo menos dois parágrafos), clicar em "Analyze" e após análise de escolha de palavras e estilo de escrita é-nos apresentado o autor de quem mais nos aproximamos. Os resultados não são arquivados assim que se quisermos guardar o resultado teremos de capturá-lo através de um simples screenshot.

Como usar I Write Like nas aulas?
É mais que provável que os resultados apresentados não sejam 100% certos, mas podemos usá-los para pedir aos nossos alunos para submeterem os seus textos para saberem quem é o autor de quem mais se aproximam e depois podemos pedir-lhes para:
- fazer uma análise mais detalhada do estilo de escrita do autor e verificar se realmente corresponde ao estilo da escrita deles;
- criar uma apresentação sobre o autor, usando uma das ferramentas da web.20, focando não só os aspectos biográficos, mas também abordando a sociedade e acontecimentos históricos que possam ter influenciado a escrita do autor.

Abaixo coloquei um screenshot do I Write Like. Experimentem.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Writing with Writers

Writing with Writers é uma das actividades disponibilizadas pelo site Scholastic. O objectivo é proporcionar aos alunos um guia que os ajuda a melhorar a sua escrita. Estão à disposição vários guias, entre eles, escrita biográfica, descritiva e jornalística. Podemos facilmente seleccionar aquela que melhor se adapte às nossas aulas. Cada guia tem objectivos específicos e depois podemos optar por publicar o trabalho dos alunos online.

Como usar Writing with Writers nas aulas?
O próprio Scholastic apresenta um guião para professores, com ideias, sugestões e rubricas que podemos utilizar. Para as aulas de Inglês poderemos:
- atribuir tarefas específicas a alunos com dificuldades a nível da escrita;
- abordar um dos guias em aula e seguir todo o processo de criação com a turma, debatendo com eles as dificuldades que possam sentir e ajudando-os a ultrapassá-las;
- dividir a turma em grupos, atribuir a cada grupo a mesma tarefa, comparando os textos criados, seleccionando o melhor e debatendo o porquê da escolha feita;
- criar uma revista virtual com os trabalhos criados pelos alunos, utilizando o Issuu.

Abaixo coloquei um screenshot. Acedam e experimentem.


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segunda-feira, 7 de junho de 2010

The Dialectizer

O Dialectizer é uma ferramenta engraçada que nos permite transformar ou, se me permitem, "traduzir", o  texto que inserimos ou página web inteiras e criar versões dos mesmos em diferentes dialectos. De momento, podemos seleccionar entre 8 dialectos, entre eles: cockney, redneck, Jive. Não é necessário qualquer registo basta aceder e utilizar.

Como usar o Dialectizer nas aulas?
Como referi esta é uma ferramenta que nos permite brincar um pouco com os dialectos, não é para ser levada a sério, mas podemos criar actividades interessantes à volta dela. Podemos:
- usar um dos textos traduzidos, para, de uma forma engraçada, introduzir o tópico e consciencializar os alunos dos diferentes dialectos existentes;
- gravar os alunos a lerem a versão cockney de um texto para que depois possam identificar as diferenças entre essa leitura e aquela que eles normalmente fariam;
- apresentar-lhes um registo áudio de diferentes dialectos, para eles tentem identificá-los;
- realizar um pequeno exercício de retroversão, em que eles tentariam chegar ao Inglês "correcto" a partir do dialecto.

Abaixo coloquei um pequeno excerto do último post de Karenne Sylvester que, a título de exemplo, submeti ao Dialectizer. Vejam o original e comparem-no com a versão cockney do mesmo.


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sexta-feira, 12 de março de 2010

Shake Film Fest

Shake Film Fest é um concurso "sui generis" que procura trazer Shakespeare de volta à ribalta. Para isso pretende-se que alunos de todas as idades produzam o seu próprio filme, tendo por base temas abordados nas peças de William Shakespeare. Os alunos podem recriar ou dar a sua interpretação de shakespeare num filme que não poderá ultrapassar os 3 minutos. Poderão concorrer individualmente ou em grupo e inclusive participar no concurso com mais de um filme. A data limite de submissão, este ano, é 2 de Abril, realizando-se o festival a 30 de Abril. O vídeos terão de ser colocados online no YouTube. Poderão consultar as regras AQUI.

Como usar Shake Film Festival nas aulas?
Talvez já seja um pouco tarde para participar no festival deste ano, mas porque não aproveitar a ideia e aplicá-la na mesma? Podemos inclusive alargar o leque de escolha e para além de Shakespeare abordar outros autores. Porque não deixar ao critério dos alunos a peça que eles querem retratar? Podemos aproveitar para lhes pedir não só o sketch teatral, mas também a sua opinião acerca da peça e uma breve apresentação do autor. A ideia principal mantem-se- o que se pretende é que os alunos explorem, pensem e criem algo relativo ao Teatro.

Abaixo coloquei um screenshot do Shake Fim Festival. Explorem.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

PaperRater / EssayRater

PaperRater e EssayRater têm um único propósito: nos ajudar a melhorar a nossa escrita. Ambas proporcionam-nos a possibilidade de verificar e corrigir os textos submetidos. 
O PaperRater não requer registo, basta aceder, submeter o nosso texto para correcção, identificando o tipo de texto (ensaio, tese, discurso, etc) e indicando as nossas referências bibliográficas. Após processamento recebemos uma análise do nosso trabalho que foca parâmetros como: originalidade, vocabulário, correcção ortográfica e gramatical, etc. Oferecendo-nos também o acesso a dicas e conselhos sobre como melhorar o nosso texto.   
EssayRater, por seu lado, requer registo, após o qual facilmente submetemos o nosso texto para ser verificado. À semelhança do PaperRater, depois do processamento do texto, recebemos uma análise do mesmo que quantifica e identifica os erros cometidos no que diz respeito a: ortografia, gramática, estrutura de frase e pontuação. Contudo o EssayRater vai um pouco mais longe, atribuindo uma nota ao trabalho submetido.  Podemos submeter o número de trabalhos que quisermos para serem classificados. Mas para termos acesso a uma análise ainda mais detalhada, que inclua uma verificação à presença de plágio e proporcione alternativas na utilização de determinadas palavras, será necessário optarmos pela conta paga.

Como usar o PaperRater e o EssayRater nas aulas?
Estas ferramentas apenas analisam textos em Inglês, o que é óptimo para nós, docentes de ESL, mas é uma pena que não se possa estender a sua utilização a outras línguas. Poderemos usá-las para nos ajudar (não substituir) na análise dos trabalhos escritos que pedimos aos nossos alunos. Além de que elas também podem e devem ser utilizadas por eles, pois consciencializam-nos dos erros cometidos e proporcionam-lhes a oportunidade de poderem refinar o seu trabalho antes de o entregarem para ser avaliado por nós.  

Abaixo coloquei screenshots do PaperRater e do EssayRater. Acedam e testem-nos.
 
  


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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Alternatives to Etherpad

EtherPad foi a primeia ferramenta que usei para colaborar, em simultâneo, num texto com outras pessoas em "real time". Infelizmente a partir de 31 de Março de 2010, em princípio, o etherpad deixará de existir. Assim que aqui estão três alternativas: PiratePad, PrimaryPad e iEtherPad
Qualquer uma destas ferramentas usa o código do EtherPad, por isso, à primeira vista, parece que continuamos a usar o EtherPad e temos acesso às mesmas opções. Tudo o que alteramos no nosso ecrã é visto por todos conforme vamos fazendo essas alterações; todo o trabalho é gravado podendo ser facilmente revertida qualquer alteração menos desejável; todos os colaboradores são identificados por uma cor diferente; os "pads" criados podem ter um nome especificado por nós e podemos exportar o conteúdo de um "pad" em vários formatos.
Note-se, no entanto, que dos três, o PrimaryPad destaca-se por ser dirigido especificamente às escolas, sendo que todos os "pads" criados são verificados. PrimaryPad dá-nos a possibilidade de criarmos "pads" sem qualquer limite de participantes por um período de seis meses. Após os quais teremos de registar a nossa escola. Se quisermos podemos optar por usar o PrimaryPad sem nos registarmos, mas assim só poderão participar 6 colaboradores de cada vez.

Como usar PiratePad, PrimaryPad e iEtherPad nas aulas?
Pessoalmente usei o Etherpad para pedir aos meus alunos que criassem uma história em colaboração com alunos de outra escola. Podem verificar o trabalho feito por eles AQUI.
Abaixo coloquei uma apresentação retirada do Ideas to Inspire sobre várias utilizações destas ferramentas fabulosas.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

WordItOut

WordItOut é mais uma ferramenta que nos permite criar "nuvens de palavras". O que diferencia WordItOut das outras é o maior número de opções disponíveis. Assim, podemos criar uma nuvem a partir de uma URL, de um documento e mesmo de uma tabela. Depois de criarmos a nuvem podemos personalizá-la como nos convém. Temos a possibilidade de a tratarmos como lista de palavras, texto e, é claro, nuvem de palavras. Em cada uma destas "categorias" podemos efectuar diferentes alterações que vão desde a cor de fundo, aos caracteres utilizados, a selecção das palavras que queremos dar destaque, podemos inclusive eliminar palavras. Quando terminamos a nossa personalização, salvamos o nosso trabalho. Para tal inserimos um endereço de e-mail válido e após confirmação temos acesso à nossa nuvem, que podemos partilhar nas redes sociais ou embeber no nosso blog. A partir daí, tudo que criamos no WordItOut, será guardado, podendo a qualquer altura ser alterado ou apagado.

Como usar WordItOut nas aulas?
Qualquer uma das actividades pensadas para o Wordle poderá ser realizada no WordItOut. Assim podemos criar jogos de vocabulário, introduzir temas, apresentar resumos, etc.

Abaixo coloquei um exemplo que criei a partir de um dos post de Kelly Tenkley.


   
   

Made with WordItOut
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Skribit

Fiquei a conhecer o Skribit através de David Kapuller, um excelente educador e um membro valiosíssimo da minha PLN. Skribit proporciona-nos mais uma forma de interagirmos com os nossos leitores, funcionando como uma espécie de caixa de sugestões, através da qual as outras pessoas podem sugerir tópicos que querem que abordemos. Para podermos utilizar o Skribit teremos de efectuar registo e depois é só preencher os dados acerca do nosso blog/site. No final do processo temos acesso ao código HTML que colamos no local onde queremos colocar o widget do Skribit.
O Skribit permite-nos também levar a cabo a moderação das sugestões feitas. Podem ver AQUI uma série de screenshots que demonstram todo o processo.

Como usar Skribit nas aulas?
O propósito do Skribit é ajudar-nos a encontrar mais tópicos a serem abordados nos nossos blogs. Uma forma de ultrapassar o bloqueio criativo, mas acho que pode e deve ser utilizado para mais que isso, principalmente se usado em blogs e sites de escolas. Assim que podemos colocar o widget do Skribit no nosso site para permitir que os nossos alunos, dentro dos tópicos que sabem que vamos abordar  em aula, sugiram ideias sobre ferramentas a usar, projectos a desenvolver ou então simplesmente para expressar as suas dúvidas quanto a algo que querem desenvolver. Podemos também pedir aos próprios alunos que coloquem o Skribit no seu próprio blog para que os seus colegas possam sugerir-lhes tópicos e ideias para novos posts.

Abaixo coloquei um screenshot do Skribit. Experimentem.


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Translation Zilla

Translation Zilla é uma ferramenta que fará as delícias dos docentes de línguas ,pois permite-nos exercitar as nossas capacidades como tradutores, participando em testes/jogos de tradução em contra-relógio.  Após registo podemos começar a jogar, para isso basta seleccionar 2 línguas - podemos escolher entre Inglês, Alemão, Italiano, Francês, Espanhol e Chinês - uma será a língua de partida e a outra a da tradução. Seleccionamos o grau de dificuldade e depois temos 60 segundos para traduzir o máximo de palavras - traduzimos uma palavra de cada vez. No fim de cada desafio temos acesso à nossa pontuação no que diz respeito a precisão, rapidez e "zilla points", que são os pontos que nos são atribuídos de acordo com a nossa capacidade de tradução num par de línguas e num determinado nível de dificuldade. Depois podemos comparar a nossa pontuação com a dos nossos amigos e outros utilizadores, bastando para isso consultar a nossa posição na tabela de pontuações.

Como usar Translation Zilla nas aulas?
Efectuar traduções de uma língua para outra obriga-nos a pensar sobre as relações entre as palavras e a ter em consideração não só a correcção gramatical, mas também a ponderar o aspecto semântico. Translation Zilla permite-nos proporcionar, de uma forma simples e divertida, um espaço para os nossos alunos praticarem vocabulário adquirido e as suas capacidades de tradução. Se não tivermos acesso ao laboratório de informática podemos usar um único computador e um projector e dividir a turma em grupos, organizando um concurso de tradução entre eles. Seria uma excelente oportunidade para os docentes de línguas diferentes trabalharem em conjunto, organizando um desafio de tradução entre línguas/turmas. Ou então podemos simplesmente usar o Translation Zilla como actividade de complemento curricular, pedindo aos alunos que cumpram um desafio de tradução por semana/mês.

Uma vez que só após registo se tem acesso às actividades de tradução optei por colocar abaixo screenshots do início de uma actividade que fiz (uma vez que o português não é uma das línguas disponíveis traduzi de espanhol para inglês) e do ecrã da pontuação.Cliquem para ver melhor.
 



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